Novembro 2013 | Mas qué sé yo

O cometa do século

quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Uma pedra de gelo com gases de aproximadamente cinco quilômetros de extensão. Estamos (ou estou) falando do cometa Ison, que passou hoje à tarde próximo do Sol. Segundo os cientistas, ele foi resolver uns problemas pendentes com o astro. A expectativa da comunidade de astrônomos é que o idoso cometa saia vivo desta briga, pois está marcado para meados de dezembro uma reunião com o planeta Terra.
Vários videntes previam que essa conversa que o Ison teria com o Sol poderia ser fatal, mesmo assim ele seguiu seu destino. Interessante isso, mesmo com a morte prevista, o cometa não mudou a rota, nem inventou desculpas. Partiu em direção ao Sol.
Como seria bom se todos nós seguíssemos esse exemplo. Devemos enfrentar nossos problemas, não podemos fugir de certas responsabilidades, ainda que isso acarrete em um mal futuro. As incertezas do que isso sucederá provavelmente não seriam maiores do que a dúvida de um "não fazer". Ou seja, é pior fugir do que enfrentar.
Com essa reflexão, fechamos (ou fecho) essa postagem, torcendo para que o Ison consiga passar pelo Sol e brilhar fortemente quando passar próximo do nosso planeta.
Imagem: http://noticias.seuhistory.com
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Dá um tempo

terça-feira, 26 de novembro de 2013
Essa estória de "dá um tempo" é estranha, não é mesmo?! Pra que tempo? Como diz o ditado, não podemos deixar para amanhã o que podemos fazer hoje. Ainda mais que esse tempo é fantasia. Sempre que você me pede tempo, geralmente demora mais do que o combinado.
Então, façamos um trato: nada de tempo, Windows, ok. Quando eu quiser copiar uma música ou um vídeo, é só passá-los rapidinho pra mim, pode ser?
Pensou que eu estava falando de outra coisa, não é?
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Paranoia perdeu o acento

sábado, 23 de novembro de 2013
O Português era muito complicado e Noia era muito desconfiada:
- Para Noia com toda essa desconfiança! - Dizia ele.
Só que para Noia, aí tinha coisa. Ela não conseguia ficar parada, até porque alguém roubou o seu assento.
- Cadê meu acento? Hein, Português, onde você o pôs, por acaso deu para outrem? - Retrucou ela.
Português pensou em corrigi-la, dizendo que assento é com "ss", quando se refere a cadeira, mas antes, Noia gritou:
- Nem pense em acentuar meu erro.
O pobre português ficou bravo:
- Para Noia, para de falar! Quer saber de uma coisa, fui eu que peguei teu assento!
- E deu pra ela né?
- Não acentue as coisas!
- Eu não tenho mais acento para acentuar nada.
- Ok! - Português pensou com um sorriso maléfico no rosto. - Que bom que fiz aquele acordo!
Então Noia foi dormir, sem acento, nem assento. E sonhou com um mundo gramatical melhor.
Imagem: http://accessdefense.com
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Acre existe sim

sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Se sua fé está abalada, veja esta imagem.

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A vida atrasada do acadêmico

quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Que o brasileiro deixa tudo pra última hora, isso todo mundo já sabe. Agora, o universitário, esse sim, exagera na sua brasilidade: é Brasileiro com "b" maiúsculo desde sua entrada ao mundo acadêmico. Pode parecer que o termo "mundo acadêmico" tenha sido exagero, mas quem é acadêmico sabe do que estou falando, da sua perda de vida social, do seu novo currículo - o lattes.
Voltando aos atrasados, estes chegam depois em tudo. Se vai pegar ônibus, chega depois que o dele partiu. Se vai assistir a uma aula, chega depois que a segunda aula começou. E assim por diante, até para pedir alguém em namoro, este ser se atrasa, ou nem pede - #protocola pedido.
Final de ano e final de curso para alguns. Daí já sabe: o TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) pesa mais que tudo. O acadêmico toma um pouco de juízo para fazer dentro ou próximo do prazo. Mas, para não perder sua nacionalidade, ele deixa para encadernar e protocolar a monografia nos últimos minutos do prazo final. Daí enfrenta fila, e reclama; esquece de acrescentar o segundo "r" da palavra "corrobora", e reclama do editor de texto; quase é atropelado ao trafegar entre a universidade e as fotocopiadoras, e protesta, "vem pra rua".
Pior que o acadêmico não está sozinho. Igual a ele, outros poucos milhões de acadêmicos estão na mesma situação, causando a super-lotação nas Suplimar e Copex da vida. E pra piorar, em uma dessas, só um estagiário faz o trabalho equivalente a de dez outros funcionários. Deveria receber em dobro esse coitado. O acadêmico já está impaciente, pois algumas folhas tinham que ser impressas com tinta colorida, mas o estagiário já está resolvendo.
Finalmente, o universitário consegue se formar, mas percebe, novamente, que está atrasado para vida fora da universidade.
Imagem: http://www.xonei.com
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Vende-se felicidade

domingo, 17 de novembro de 2013
Colocou a placa na frente de casa:
"Vende-se felicidade."
Desde quando a felicidade é algo que pode ser vendido?
Ninguém sabia ao certo o que encontraria naquela casa, mas as pessoas são curiosas.
Aos poucos, elas foram chegando.
Algumas, desconfiadas; outras, porque não tinham nada a perder.
Eu apenas observava elas entrarem e me questionava:
"Como as pessoas gostam de ser enganadas!"
Mas, pra minha surpresa, todas elas saíram sorrindo.
"Ora, deve ter um comediante lá dentro!"
Pensei em entrar, mas não entrei.
Pesquisei na internet, mas, como eu desconfiava, felicidade não se encontra à venda.
Muito menos para doação.

Felicidade se conquista quando se procura no lugar certo!
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Defesa de TCC

quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Ei, você aí, me dá dinheiro aí... ops, música errada no lugar errado. É que estou feliz, de um jeito estranho, mas estou. Hoje, apresentei a defesa do meu TCC. Data bem atrasada em relação às demais, mas apresentei, finalmente.
Me saí bem, uma das professoras da banca gostou muito do artigo, sugerindo-me fazer outros de algumas áreas específicas, as quais eu não me aprofundei muito por não ser o foco desta  monografia.
Pra quem vai apresentar, deixo uma dica: não fique nervoso, os professores não são monstros, seu trabalho provavelmente está bom para ser aprovado e ninguém vai te xingar (pelo menos durante a apresentação não).
Imagem: http://usinacomunica.wordpress.com
É isso aí, vamos que vamos!

O rei do camarote

terça-feira, 12 de novembro de 2013
Não preciso nem explicar quem é esse "rei", não é? Todo mundo praticamente viu o vídeo feito pela Veja retratando as noitadas deste ser. O vídeo causou polêmica, vários internautas falaram mal do cara pela rede, alguns fizeram paródias, outros, aproveitaram para criar discursos anti-capitalismo, e assim por diante.
Não pretendo com este post defender esse homem, nem agregar valor a nada do que ele disse, até porque não suporto pessoas metidas nem egocêntricas. Mas, convenhamos, muita gente que está falando mal dele faz a mesma coisa, com a única diferença de que o "rei" tem bastante dinheiro. Vários "joves" por aí já tem um carro do ano para mostrar pra todo mundo que tem um status social e financeiro melhor do que o real, sendo que na realidade, estão se endividando com parcelas pra vida inteira. Nas redes sociais, vemos um monte de pessoas postando fotos no Instagran nestas baladas da vida, se embebedando, "pegando" todas (e todos) na noite.
Não digo que esses atos são errados, pois quem sou eu para julgar? E, ultimamente, o conceito de certo ou errado está uma bagunça. Mas, digo que se todo mundo pode fazer o que bem entender da sua vida, por que com o "rei" teria que ser diferente? Só por que ele é rico? E daí, ele não representa nada para mim nem para muitos dos que estão criticando. Se muitos gastam quase todo o salário em noitadas, por que esse riquinho não pode gastar seus míseros 50 mil por noite?
Imagem: http://vejasp.abril.com.br
Para fechar, acho que esse "rei" está mais para um "bobo da corte", pois fez um papel ridículo. Porém, como acontece em tudo aqui no Brasil quando se trata de pessoas famosas ou adinheirada, acho que a repercussão foi exagerada. Dito isto, citamos a frase "top" das paradas facebookianas: cada um cuide da sua vida!
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EAIC 2013 em Foz do Iguaçu

sábado, 9 de novembro de 2013
No dia de ontem (8 de novembro), estive em Foz do Iguaçu participando do 22º Encontro Anual de Iniciação Científica - EAIC. Saí de Cascavel às 5 e pouco e logo quando cheguei em Foz, fiz o credenciamento e fui pra sala em que apresentaria às 8 horas. Apresentação feita com sucesso, embora o tempo de 10 minutos não pudessem representar nem um pouco o 1 ano de pesquisa.
Depois assisti a mais algumas apresentações e tive que esperar até o fim da tarde para então voltar para Cascavel. Nesse tempo de espera, pude conhecer algumas pessoas novas, além de estar com uns amigos da universidade. Apesar do calor típico de Foz, foi muito bom compartilhar conversas com esse pessoal.
Às 5 e 30 da tarde, embarcamos (eu e um amigo) num ônibus, mas como este estava cheio, saímos e entramos em outro, esperando ele encher para assim partimos. Quando deu 6 e pouquinho, ninguém mais apareceu e assim, partimos, como se tivéssemos fretado o ônibus só pra gente. A única coisa ruim foi que fomos boa parte da viagem ouvindo funk, sertanejo universitário e música eletrônica, mas depois tocou algumas músicas boas.
Bom, deixo algumas fotos que tirei lá em Foz do Iguaçu.

Início

quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Introdução
Este é mais um blog que surge na blogosfera. Porém, diferente da maioria, esse não seguirá nenhuma tendência, es decir, não terá uma linha de postagem, como "como fazer maquiagens", ou como "os melhores carros e blablabla". Não, este blog tratará de vários assuntos, menos os de cunho pessoal. Poderei, sim, relatar fatos cotidianos, mas não me atreverei a dizer o que sinto, ou coisas do gênero.
 
Por que esse nome?
O nome surgiu por causa da falta de criatividade minha. Pensei em vários e em nenhum ao mesmo tempo. Depois, pensei em "qué sé yo", por causa de uma brincadeira que fizemos na universidade. Porém, já havia um blog cadastrado assim. Então, após a alguns testes, consegui registrar esse blog com o nome "mas qué sé yo" que traduzindo fica "mas o que sei eu?", ou "mas, sei lá".
 
O que será?
Será um espaço pra um pouco de tudo, ou um muito de nada, até porque esse ser que escreve agora mal sabe o que será ano que vem, pois acabará de cursar Letras, acabará com outro curso também, e ficará sozinho, em casa, olhando a vida passar. Que nada, sobre o ano que vem, qué sé yo. E sobre esse blog, mas qué sé yo.
 
Considerações finais
Bom, então é isso. Com o tempo, vamos aprendendo algumas coisas, modificando o layout, alterando cores, até ficar bom. Tentarei, se ficar legal, pôr subtítulos, até para facilitar, mas se não ficar legal, ou o texto for muito pequeno, não colocarei. Comente, se achar necessário, ou se quiser sugerir alguma coisa. Até a próxima.

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