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Primeiro do ano

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Veja bem, tem hora que dormir não é a melhor opção, mesmo não havendo outras. Tá, ficar acordado é uma condição, mas nem sempre viável. Mas, mais não-viável (ou inviável) é ficar acordado se questionando dessas coisas. Ora, o ano mal começou e já me pego nessas dúvidas da vida. Começo a escrever às 01:52 da madrugada achando que encontrarei respostas para más perguntas.
Imagem: http://www.ticbeat.com
Então vamos às perguntas. Que perguntas são essas? Não existem, assim como as respostas. Querendo ou não, estarei dormindo daqui a pouco. E dos sonhos, qué sé yo. Estou produzindo uns filmes muito doidos enquanto estou com os olhos fechados. Eu mesmo produzo; eu mesmo assisto; (e depois) eu mesmo esqueço. Já vi dicas que dizem para eu ter um caderninho comigo assim que acordar, pra escrever o que sonhei. Ainda não tive coragem de seguir essa dica. Também, minha letra já não ajuda muito; como é que querem que eu escreva algo ao acordar. Impossível. Talvez se eu levantasse, ligasse o computador... mas esses 45 segundos já me fariam perder 75% das informações sonhares (informações de sonhos;  estou dando nossos sentidos a algumas palavras, vai que eu vire linguista algum dia).

Decido ficar acordado por mais um tempinho e sigo escrevendo. Já começou 2015, né? Espero muita coisa boa deste ano, assim como esperava de 2014. A gente sempre espera o melhor, pelo menos as pessoas normais. E 2014 foi, pra mim, como um ano de férias. Não fiz nada produtivo. Apenas engordei vendo as coisas passarem. Nem sequer desenhei. Agora, no finalzinho, fiz um avião de papelão (risos). É verdade, no próximo post eu posto algumas fotos dele aqui.

Nesse novo ano, inicio o meu mestrado. Não sei quem será meu orientador (tenho minhas desconfianças) e não sei se seguirei com meu projeto, ou o orientador fará umas mudanças radicais (essas palavras não são minhas). Acho que vai ser a grande coisa do ano. Espero que passe bem devagar. Pra que pressa se a cada ano que passa, nos aproximamos mais da morte. A morte pode até ser uma coisa boa (tem maluco pra tudo), mas eu prefiro continuar vivo. Tá bom do jeito que tá, mesmo não tando tanto. Ah, tem mais uma coisa boa pro ano. Pode ser boa. Serei professor de baixo. Já encontrei até minha aluninha pra fevereiro. Estou criando muita expectativa pra isso. Espero que ela aprenda bem a tocar este instrumento e até que me supere. Vamos ver como vai ser. Quando se trata de música, eu sou bastante rígido (não sei se isso é bom ou não). pego pesado, faço a pessoa chorar. Isso me lembrou de algumas coisas, talvez eu conte futuramente (risos).

Pra finalizar, digo que vou dormir. Boa noite!
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